terça-feira, 25 de setembro de 2012

Inclusão, só com aprendizagem


Não basta acolher. A ordem do dia é garantir que os estudantes com deficiência avance nos conteúdos. E a boa noticia é que isso está acontecendo graças ao trabalho dos professores regentes e especialistas, a escolas com equipes bem  organizadas e até a redes de ensino que já oferecem a estrutura necessária ( Thais Gurgel)
Durante muitos anos, educadores de todo país lutaram para que a escola incluísse crianças e jovens com deficiências  Há dez anos, quase 90% dos matriculados frequentavam instituições ou classes especiais. Hoje, são apenas 53% nessa situação - ou seja - quase metade está em salas regulares. A batalha continua, mas agora acompanhada de outra tão importante quanto: garantir a aprendizagem. Não basta acolher e promover a interação social. É preciso ensinar- aliás , como a própria legislação prevê desde 1988, quanto a Constituição foi aprovada. No lugar de focar o atendimento clínico, segregando os aluno, a orientação correta é dar apoio aos professores regentes e permiti que eles e seus colegas especialista trabalhem cada vez mais em conjunto. Para tanto, obviamente, as redes devem estruturar-se de forma diferente - e também aqui a boa noticia é que diversos municípios e estados já estão se organizando para tornar isso realidade. "Oferecer Educação de qualidade significa fazer adaptações físicas e pedagógicas", diz a psicopedagoga  Daniela Alonso, consultora na areá de inclusão e selecionadora do Premio Civita Educador Nota 10. Cabe ao professor reconhecer essa nova função e brigar pelos recursos necessários."

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